A gente conecta quem decide com quem executa.Guia pra preparar o time
Treino de NegociaçãoPensado pra sua equipe.

Negociação com a linguagem do seu time

Conversar bem ajuda
quem tá do outro lado também.

A gente organiza o roteiro, treina a equipe e simula a negociação real — pensando em turno corrido, fornecedor apertado e jeitos diferentes de se expressar.

01

Começar ouvindo o time,
não no discurso.

Alguém pode estar no fim de um turno cansativo, com pouca paciência pra conversa longa. Outro pode não se sentir à vontade pra falar na frente de todo mundo. Essas diferenças mudam o que a gente treina, como simula e o que observa antes da negociação de verdade.

No começo do treino, a gente escolhe situações que já aconteceram: um atraso de fornecedor, uma renegociação de prazo, um pedido do time pro encarregado. Elas viram a referência pra ver se o treino ajudou de verdade.

A pergunta que guia tudo

Depois do treino, o time consegue conversar com o fornecedor sem esperar o encarregado resolver tudo sozinho?

Um bom acordo precisa de mais de um jeito de chegar lá.

Toda negociação tem mais de um caminho

O jeito de conversar
também pesa.

A gente treina a conversa cara a cara e também por telefone ou rádio, do jeito que acontece no turno. Cada formato pede um cuidado diferente; uma resposta maldita no calor da hora custa caro depois.

Negociar bem é rotina, não uma palestra única. Simulação com o time, conversa individual e reforço depois entram no treino quando fazem sentido. A gente não trata um certificado de presença como prova de que aprendeu.

02

Falar pensando
em quem vai escutar.

Vago

“A gente precisa resolver isso.”

Bem mais claro

“Preciso da entrega até quinta, senão a linha para — dá pra ajustar?”

Um pedido claro já nomeia o prazo. Uma resposta explica o que acontece se não der certo. Um combinado bom não deixa margem pra cada um entender uma coisa. O treino de conversa cuida disso, respeitando o que o time pode prometer de verdade.

Separar pedido, prazo e consequência facilita o acordo.

O que a gente treina com o seu time

Treino no turnoAbertura, pedido, resposta e acordo.→Simulação práticaSituações reais do chão de fábrica, do início ao acordo.→Apoio no TurnoConversa curta e reforço depois da primeira turma.→Um raio-x da equipeLevantamento do que trava a conversa antes de treinar.→

A proposta define o que vai ser treinado e entregue. Ajuste de horário por turno é combinado à parte.

03

Critérios que a gente
consegue mostrar.

Referências pra avaliar uma conversa difícil
O que olhamosComo a gente vê
InícioObjetivo claro, limite combinado antes e alternativa pensada com calma.
A escutaPergunta aberta, espaço pro outro falar e interesse real levado a sério.
PedidoPedido específico, prazo dito de frente e condição sem letra miúda.
RespostaResposta pensada antes, sem recuar assim que ouve um primeiro não.
ConclusãoPróximo passo combinado, prazo marcado e acordo dito em voz alta.

A conversa acontece
no turno, não na sala.

Slide bonito não resolve um fornecedor irritado ao telefone. A gente pensa o treino pro barulho da fábrica, pro turno apertado e pro fornecedor que muda de ideia de repente. O ambiente real entra na simulação.

Antes de fechar a turma, a gente testa o roteiro numa conversa curta e numa mais longa. O acompanhamento das próximas semanas ajuda a ver o que ainda falta, sem depender de relatório bonito.

04

E depois, autonomia
pra equipe seguir só.

  • Script que ajusta: o que pode ajustar, em qual papel ou arquivo e com qual cuidado.
  • Quem cuida de quê: quem acompanha o time e quem confirma o acordo fechado.
  • Já resolvido antes: resposta pronta pras situações que se repetem todo mês.
  • Apoio contínuo: como pedir uma conversa extra quando algo novo travar.
Leia todo o guia de preparação →

Resposta sem enrolar

O time precisa de um curso longo?

Um primeiro encontro já mostra onde ajustar, com calma e sem correria. A gente só sugere um treino maior quando a rotina do time realmente pedir isso.

Vocês garantem que não vai ter mais atrito?

Não existe garantia assim, sem conhecer a equipe e a situação. A gente trabalha com prática que dá pra acompanhar, e isso fica combinado na proposta, não numa promessa solta.

Dá pra usar os termos que o time já usa?

Dá sim. A gente escuta como o time já conversa, principalmente na hora do pedido e da resposta. Os ajustes entram no treino, sempre conversados com vocês.

Comece pelo que trava a conversa

Qual situação o seu time
precisa resolver bem?

A gente não precisa de senha nem de histórico do fornecedor. Uma descrição simples já é suficiente pra começar.

1 Situação de hoje
2 Como respondemos